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Especialista fala sobre mudanças em Assembleia do CQH

Na última sexta-feira, 2 de março, o Programa Compromisso com a Qualidade Hospitalar (CQH) realizou mais uma Assembleia. Desta vez, o tema destaque foi a “Gestão de mudança comportamental”, apresentada pela palestrante Márcia Kazue Miyamato. O evento ocorreu na sede da Associação Paulista de Medicina (APM) e teve transmissão on-line.

Quarta, 07 de março de 2018


Na última sexta-feira, 2 de março, o Programa Compromisso com a Qualidade Hospitalar (CQH) realizou mais uma Assembleia. Desta vez, o tema destaque foi a “Gestão de mudança comportamental”, apresentada pela palestrante Márcia Kazue Miyamato. O evento ocorreu na sede da Associação Paulista de Medicina (APM) e teve transmissão on-line.

Antes da exposição, Milton Massayuki Osaki, novo presidente da Associação Brasileira de Medicina Preventiva e Administração em Saúde (Abrampas), falou algumas palavras. “Tenho que reconhecer o trabalho dos outros administradores que tanto fizeram pelo CQH, como Haino Buermester. Por isso, os ouvirei em um conselho. Estamos hoje aqui para nos atualizarmos, para não corrermos o risco de ficar fora do mercado”, introduziu.

Houve, ainda, uma apresentação breve aos presentes de alguns indicadores produzidos pelo CQH e foram apresentadas duas videoaulas que estão disponíveis no portal do Programa. Em uma delas, a consultora Margareth Correia tratou do indicador homem/hora/treinamento, enquanto no outro, a coordenadora do Nageh Pessoas, Maria Aparecida Novaes, falou mais sobre o grupo que comanda.

A palestra, na sequência, foi conduzida por Miyamoto, que é empreendedora, líder de transformações e desenvolvera de lideranças. A especialista acumula mais de 20 anos liderando projetos de transformação em companhias globais, como GE Healthcare, IBM, Citibank, Whirlpool e PwC, além de ser facilitadora de treinamentos e workshops para empresas de saúde, como Abbvie, Hospital das Clínicas e Hospital Sírio-Libanês.

A executiva explicou os três pilares em que se baseia quando do início de um projeto: Justiça, Harmonia e Cura. No primeiro ponto, questionou como fazemos para tornar os sistemas de Saúde mais justos e transparentes. “Por exemplo, perdemos 2,3% do nosso Produto Interno Bruto (PIB) em corrupção. Um dinheiro que poderia melhorar consideravelmente o atendimento médico.”

No âmbito da harmonia, a palestrante falou da importância de engajar a empresa de forma transversal, envolvendo todos os funcionários, independente de seus cargos, na construção de uma nova visão para a companhia. Por fim, apresentou noções como o controle da inteligência emocional: “Precisamos tirar a paixão para analisarmos o que é possível fazer. O ganho de longo prazo possível é levarmos contentamento e satisfação do cliente por ser bem atendido no ambiente hospitalar”.

Por: APM

 

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