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Revista da Socesp completa 30 anos e ganha versão digital

A Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), que completa 30 anos de existência em 2020, anunciou mudanças em sua divulgação.

Segunda, 27 de julho de 2020


A Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), que completa 30 anos de existência em 2020, anunciou mudanças em sua divulgação. A publicação – fundada como Atualização Cardiológica – agora terá edições temáticas e conteúdo em áudios e vídeos, buscando inovar na comunicação entre a entidade e o seu público.

“Celebramos as três décadas de propagação do conhecimento cardiológico e aproveitamos para incorporar à nossa revista inovações que a trazem para os tempos atuais”, diz o diretor de publicações da Socesp, o cardiologista Marcelo Franken.

O presidente da Socesp, João Fernando Monteiro Ferreira, reitera: “a difusão do conhecimento se transformou no último século, deixando de ser um privilégio de poucos, com acesso restrito e distribuição lenta, e passou a ser universal, instantânea e acessível por diferentes meios”.

A reformulação da Revista da Socesp é uma maneira de olhar para o passando mirando o futuro, argumenta Franken. “De certa maneira, estamos retornando às origens porque temos novamente uma revista com a totalidade dos artigos no formato de revisão, atrelados à sua temática. E, mirando o futuro, pois a publicação tornou-se 100% digital, contribuindo para a sustentabilidade do planeta. Está disponível em todas as mídias da Socesp (site e aplicativo), o que dá a possibilidade de incorporar recursos audiovisuais aos artigos – como podcasts, videoaulas etc. –, tornando a aquisição de conteúdo ainda mais dinâmica.”

A edição comemorativa aborda a insuficiência cardíaca. “A escolha foi bastante cuidadosa. Entendemos que esta doença é, em última análise, a via final da maior parte das cardiopatias. Trata-se de enfermidade com grande morbimortalidade, gerando impacto significativo na sociedade”, argumenta o diretor. A insuficiência cardíaca atinge 23 milhões de pessoas no mundo e, no Brasil, são de três milhões com cerca de 50 mil mortes pela doença todos os anos.

Por: APM

 

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