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Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho é o novo diretor da FMUSP

Na última segunda-feira, 12 de novembro, o vice-presidente da Associação Paulista de Medicina (APM) Akira Ishida esteve no teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) para acompanhar a posse dos novos diretores da instituição. Quem assume a direção agora é Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho, acompanhado do vice-diretor Roger Chammas.

Quarta, 14 de novembro de 2018


Foto: Marina Bustos

Na última segunda-feira, 12 de novembro, o vice-presidente da Associação Paulista de Medicina (APM) Akira Ishida esteve no teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) para acompanhar a posse dos novos diretores da instituição. Quem assume a direção agora é Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho, acompanhado do vice-diretor Roger Chammas.

Barros Filho recebeu a borla da FMUSP das mãos de José Otávio Costa Auler Junior, diretor da faculdade entre os anos de 2014 e 2018. Ambos fazem parte do projeto 2020, que reuniu os médicos da instituição para pensarem os eixos de formação que a faculdade deveria seguir na década.

Para Akira Ishida, inclusive, é de grande importância o fato de que o novo diretor da FMUSP dará continuidade ao projeto 2020. “É um processo de construção da Faculdade de Medicina que seguirá existindo. Foi algo pensado por um grupo de pessoas e o Tarcísio faz parte disto. Como foi dito, é uma proposta de construção, de continuidade”, disse.

“É uma grande honra ser empossado. Honra ainda maior pela presença de todos aqui. A nossa trajetória, como a de maior parte dos colegas professores, foi difícil e agradável. A cada etapa da carreira, novos relacionamentos se consolidaram. Foram esses relacionamentos, sedimentados ao longo do tempo, que me levaram a colocar-me à disposição de nossa faculdade nos próximos quatro anos”, declarou o novo diretor da FMUSP.

Tarcísio Eloy Pessoa de Barros Filho era o atual vice-diretor da faculdade, atuação que lhe rendeu uma homenagem na Câmara Municipal de São Paulo. Na ocasião, o reconhecimento público se deu pelas atividades desenvolvidas com inovação e acolhimento de alunos da graduação de diferentes instituições, além de seus notórios serviços prestados como médico.

“Os médicos formam uma classe importante no País, por isso têm de ser educados. Educados porque em grande parte de suas vidas estarão tratando com pessoas muito mais frágeis. Com famílias que estão sentindo impactos da doença. Isso não é simples, não basta apostila ou livro. É necessário um mestre que os ensine. E isso essa faculdade tem: muito talento para formar nossos futuros médicos”, afirmou Marco Antônio Zago, secretário de Estado da Saúde de São Paulo e ex-reitor da USP.

Por fim, o atual reitor da Universidade, Vahan Agopyan, fez uma retrospectiva, mostrando como a instituição se estabeleceu e acoplou diversas faculdades e institutos, com iniciativas ainda do século XIX. “A FMUSP, com o projeto 2020, mostra que é possível planejar a longo prazo, assim como fará futuramente com o 2030. Fiz essa retrospectiva para mostrar que nada surge do acaso e que é necessário pessoas com visão abrangente de longo prazo. São Paulo teve esse privilégio, se destacou e conseguiu ter uma faculdade de Medicina como a que nós temos hoje.”

Por: APM

 

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